quinta-feira, 9 de abril de 2015
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Campanha elege 47 cidades sustentáveis e abre espaço para engajamento online
por Redação do Portal Aprendiz
Está no ar a campanha We love Cities, uma proposta de celebração às Cidades mais Sustentáveis do mundo. Organizada pelo WWF (World Wildlife Fund), a ideia é que os próprios cidadãos se engajem, sugiram e divulguem as ações de seus municípios para melhorar o ambiente urbano e assegurar um planeta melhor.
Ao todo, 47 cidades foram escolhidas por um júri especializado, que avaliou os reais compromissos e avanços desses locais rumo a um futuro mais sustentável. O internauta agora pode acessar o site da campanha e postar uma foto ou vídeo, relatando o que mais gosta na cidade. Se quiser, pode deixar também uma sugestão de como torná-la ainda mais sustentável.
São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte estão elencadas entre as 47 cidades por suas iniciativas recentes no campo da sustentabilidade. A capital paulistana chama atenção pelas obras de mobilidade que privilegiam bicicletas e transporte público, além da adoção por parte da frota de energias renováveis como combustível e a fabricação de biogás nos aterros sanitários.
Rio de Janeiro e Belo Horizonte também se destacam por terem diminuído a emissão de dióxido de carbono e a capital mineira recebe uma menção por ser a “capital solar” do país, com uma legislação que incentiva o uso de placas solares para aquecimento de água. (Portal Aprendiz/ #Envolverde)
Confira o site da campanha, vote e deixe sua opinião.
* Publicado originalmente no Portal Aprendiz.
(Portal Aprendiz)
fonte: http://envolverde.com.br
terça-feira, 31 de março de 2015
Prejuízo financeiro com perdas de água no Brasil chega a R$ 8 bi ao ano
por Trata Brasil
Ligações clandestinas, infraestrutura desgastada, vazamentos, obras mal executadas ou medições incorretas no consumo de água são as principais causas da perda
A crise hídrica que marca algumas regiões do país, notadamente o Sudeste e Nordeste, vem sendo insistentemente discutida entre autoridades, formadores de opinião e sociedade nos últimos meses. Neste sentido, as perdas de água nos sistemas de distribuição existentes nas cidades é um assunto que vem recebendo destaque. Apesar dos indicadores de perdas serem ruins há muito tempo, a escassez de água está dando luz ao tema, o que é muito importante se realmente quisermos dispor de mais água num futuro próximo.
As perdas sempre foram um dos pontos frágeis dos sistemas de saneamento e das empresas que operam esses serviços, independentemente de serem públicas ou privadas. Os dados de perdas no país mostram a fragilidade da gestão de grande parte do setor, ao mesmo tempo em que traz desafios às três esferas governamentais.
Foi com base nesse cenário histórico de baixo avanço na solução para as perdas de água que o Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, lança esse estudo, intitulado, “Perdas de Água: Desafios ao Avanço do Saneamento Básico e à Escassez Hídrica”, e que tem como fundamento os dados mais recentes do Ministério das Cidades, especificamente no Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS – ano de referência 2013). Em grandes números, os dados do SNIS 2013 mostram que as perdas na distribuição estão em 37% e que as perdas financeiras totais estão em 39%.
Se colocarmos em valores, uma perda financeira total de 39% significa que essa percentagem de recursos não entra na receita do setor. A água não faturada pelas empresas foi de 6,53 bilhões de m³ de água tratada, perfazendo perda financeira de R$ 8,015 bilhões ao ano. Tais perdas equivalem a cerca de 80% dos investimentos em água e esgoto realizados em 2013. Na projeção do estudo, se em cinco anos houvesse uma queda de 15% nas perdas no Brasil, ou seja, de 39% para 33%, os ganhos totais acumulados em relação ao ano inicial seriam da ordem de R$ 3,85 bilhões.
Desperdício em Números
O volume total da água não faturada (6,52 bilhões de m3) é equivalente à:
• 6,5 vezes a capacidade do Sistema Cantareira 2 (1 bilhão de m3); ou
• 7.154 piscinas olímpicas perdidas ao dia; ou
• 17,8 milhões de caixas de água de 1.000 litros perdidas por dia.
Conheça o estudo completo do Trata Brasil, com as 100 cidades que mais desperdiçam água. (Trata Brasil/#Envolverde)
(Trata Brasil)
fonte: http://envolverde.com.br
quarta-feira, 18 de março de 2015
Publicado acordo setorial para a logística reversa de lâmpadas
por Rafaela Ribeiro, do MMA
Medida faz parte da Política Nacional de Resíduos Sólidos e esteve em discussão durante quatro anos
O Acordo Setorial para implantação do Sistema de Logística Reversa de Lâmpadas Fluorescentes de Vapor de Sódio e Mercúrio e de Luz Mista, assinado no dia 27 de novembro de 2014, foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) da última quinta-feira (12/03). O documento pretende garantir que a destinação final dos resíduos dessas lâmpadas seja feita de forma ambientalmente adequada e em conformidade com a Lei Nº 12.305/2010 que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos.
A lei estabelece que fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de determinado produto que possa causar danos ao meio ambiente ou à saúde humana criem um sistema de recolhimento e destinação final, independente dos sistemas públicos de limpeza urbana.
Compartilhamento
O acordo prevê responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos e propicia que esses materiais, depois de usados, possam ser reaproveitados. A proposta passou por consulta pública e aprovação do Comitê Orientador para a Implantação da Logística Reversa (CORI). O comitê é composto por representantes dos ministérios do Meio Ambiente, Saúde, Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Agricultura e Abastecimento e Fazenda.
A discussão e negociação desse acordo foi longa. Iniciou-se em 2011 e estendeu-se até os momentos imediatamente anteriores a sua assinatura. Em maio de 2011, o CORI criou e instalou o Grupo Técnico Temático de Lâmpadas, responsável pela elaboração do edital de chamamento e do Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica da Implantação da Logística Reversa de Lâmpadas, publicados no DOU em julho de 2012.
O prazo para apresentação das propostas foi fixado em 120 dias pelo edital e, no início de novembro daquele ano, foram apresentadas duas sugestões ao Ministério do Meio Ambiente. A parte final de discussão e negociação para a implantação da logística de lâmpadas demorou mais de dois anos e envolveu os proponentes e o poder público federal, representado pelo Comitê Orientador.
No anexo 1 do acordo há uma tabela que apresenta a estimativa de pontos de entrega e recipientes por fase e por município, considerando a quantidade esperada de lâmpadas descartadas a serem devolvidas pelo consumidor.
A logística será iniciada em cinco Estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais e as maiores cidades dos outros Estados. Os municípios que não constam na relação possuem menos de 25 mil habitantes e serão atendidos através de coleta móvel a ser implantada após o cumprimento do cronograma.
O acordo é válido por dois anos contados a partir da sua assinatura. Ao final desse período, deverão ser revisados, a fim de incorporar os ajustes que se fizerem necessários para o seu bom funcionamento e a sua ampliação para o restante do país. O acordo garante retorno dos resíduos (aquilo que tem valor econômico e pode ser reciclado ou reutilizado) à indústria, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos.
Para conhecer o acordo, clique aqui.
* Edição: Marco Moreira.
** Publicado originalmente no site Ministério do Meio Ambiente.
(Ministério do Meio Ambiente)
fonte: http://envolverde.com.br
terça-feira, 17 de março de 2015
Área urbana exposta a inundação triplicará até 2030, diz estudo
por Claudio Angelo, do Observatório do Clima
Novo estudo indica que a vulnerabilidade da população mundial às mudanças do clima é maior do que a considerada pelo IPCC
Não precisa nem culpar a mudança climática: somente pelo crescimento das cidades, a área urbana exposta a inundações no mundo terá crescido 250% em relação o ano 2000. As cidades sob risco de seca crescerão 150%. E o território urbano exposto a secas e enchentes, caso da cidade de São Paulo, crescerá também 250%. Os dados são da primeira estimativa de risco hídrico devido à expansão urbana, feita por pesquisadores da Universidade A&M do Texas.
O estudo, publicado na última edição do periódico Global Enviromental Change, indica que a vulnerabilidade da população mundial às mudanças climáticas é maior do que a considerada pelo IPCC. O painel do clima da ONU, em seus relatórios, projeta os impactos do aquecimento global considerando uma área urbana constante nas zonas de risco.
O grupo do Texas, liderado pelo engenheiro turco Burak Güneralp, mostrou que há matizes que precisam ser considerados nas projeções. Um modelo de uso do solo desenvolvido por eles indica que a área urbana em regiões costeiras baixas, portanto expostas ao aumento do nível do mar, saltará de 71 mil para 234 mil quilômetros quadrados no período estudado.
O aumento relativo é baixo – essas áreas são 11% das cidades do mundo hoje e crescerão para 13%. Mas, num mundo onde 5 bilhões de pessoas viverão em cidades em 2030 em comparação com 2,9 milhões em 2000, o que importa são os dados absolutos. Os maiores aumentos estão concentrados na Ásia e na África. Na América do Sul, a área urbana costeira baixa quase triplica (de 5.700 para 14.400 quilômetros quadrados), e a área urbana sujeita a enchentes, idem (de 35,4 mil para 107,2 mil quilômetros quadrados).
“As megacidades costeiras abrigarão a maioria das populações urbanas e elas serão cada vez mais hubs de atividade econômica significativa nas próximas décadas. Porém, mudanças futuras potenciais na extensão e no arranjo das áreas urbanas são geralmente ignoradas quando se planeja a resiliência nessas cidades”, afirmou Güneralp em comunicado da universidade.
Segundo os autores, a mudança climática deverá se conjugar às forças socioeconômicas que guiam o crescimento das cidades e aumentar a exposição a riscos de seca e enchente no futuro – isso se não forem adotadas políticas para salvaguardar a infraestrutura urbana, que vão de construções verdes (pavimentação permeável, por exemplo) ao direcionamento da expansão urbana para longe das áreas de risco. “Decisões tomadas hoje sobre o gerenciamento do crescimento urbano nos locais expostos a esses riscos podem fazer uma grande diferença na mitigação de possíveis perdas devido a secas e enchentes no futuro próximo”, escreveram os pesquisadores.
* Publicado originalmente no site Observatório do Clima.
(Observatório do Clima)
fonte: http://envolverde.com.br
quinta-feira, 5 de março de 2015
Ex-aluna da FCAP é aprovada no Doutorado em Administração – PROPAD / UFPE, cuja pesquisa abordará o tema da Governança e Mudanças Climáticas
O NGA parabeniza a ex-aluna da Turma 5 do Programa de Mestrado Profissional em Gestão do
Desenvolvimento Local Sustentável oferecido pela FCAP / UPE, Suiane Brandão foi
aprovada no Programa de Doutorado em
Administração – PROPAD / UFPE. A Mestra, que também foi aluna de graduação da
FCAP, concluinte em 2009.2 e colaboradora voluntária do Núcleo de Gestão
Ambiental – NGA / FCAP, defendeu sua dissertação em 2013, cujo tema de pesquisa
foi: “ARRANJO PRODUTIVO AGRÍCOLA EM NATUBA - VITÓRIA DE SANTO ANTÃO/PE: Análise
de potencialidades e fatores de risco para a Sustentabilidade do
Desenvolvimento Local", cujo orientador foi o professor Fábio Pedrosa. Atualmente, Suiane está inserida no Grupo de Estudos e
Pesquisas Educação Superior em Gestão, liderado por sua Orientadora, Professora
Lilian Outtes, cujo tema de seus estudos de tese está voltado para Governança e
Mudanças Climáticas, tema atual e de bastante relevância internacional.
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